Hotels can be hand made

Samuel Torres de Carvalho é um arquitecto Português nascido em Madrid. Completou os seus estudos em Madrid na E.T.S. (Escola de arquitectura de Madrid) e actualmente é professor na Escola Técnica Superior de Arquitectura de Madrid, que conjuga com vários projectos tanto em Portugal como em Espanha. Ligado à memmo hotels desde o primeiro momento, foi também o responsável pelo projecto do memmo Baleeira Hotel (2007) e o memmo Alfama Hotel (2013).

O design de interiores e decoração do hotel foi desenvolvido pela equipa de design da memmo Hotels, coordenada por João Corrêa Nunes e Samuel Torres de Carvalho.

Tal como o nome sugere, o Príncipe Real tem um papel omnipresente no hotel. Colocado em destaque na entrada do hotel, o retrato do Príncipe Real (D. Pedro V) por Carlos Barahona Possolo é uma representação do original de Winterhalter de 1854. A obra do pintor português, nascido em Lisboa, está representada em numerosas coleções públicas e particulares nacionais, e ganhou recente notoriedade após ter executado o retrato oficial do último presidente da república Português. Conhecido por explorar um género realista de expressão simbolista, os seus temas variam desde a contenção clássica à ironia provocatória. Neste retrato do eterno Príncipe Real, feito em exclusivo para o hotel, faz uma reinterpretação do quadro original trazido à atualidade, com a vista do próprio hotel para a Lisboa mais moderna, e em vez do tosão de Ouro, o rei ostenta o símbolo da memmo hotels (o camaleão).

Cativada pelas técnicas tradicionais de modelação de estuque muito presente nos tetos dos palacetes do século XIX de Lisboa, a artista Iva Viana criou uma peça única para o memmo Príncipe Real agora colocado na zona da receção. O painel Jasmim surge da ideia de um jardim suspenso, de cima para baixo, e teve como inspiração o reconhecido jardim do Príncipe Real e os jasmins que despoletam na Primavera. No atelier de Iva Viana, fundado em Viana do Castelo em 2013, a artista desenvolve e executa peças que nascem tanto do fascínio pela herança dos mestres estucadores portugueses quanto do desejo de a reinterpretar. A paixão pelo 'fazer à mão' e a contínua experimentação de diferentes materiais, marcam o seu trabalho entre o passado e o futuro.

Numa série de 42 desenhos realizados para o memmo Príncipe Real por Miguel Branco, um interior de um restaurante é subitamente povoado por macacos que se espalham sobre as mesas. Invasores de um espaço de cultura e de lazer, os animais surgem como atores de uma nova dramaturgia num ambiente silencioso e desprovido de seres humanos. A obra é representada por um quadro de grandes dimensões inserido no restaurante Café Colonial e por 41 desenhos de menor dimensão que ocupam os vários quartos do hotel, que são fragmentos desta cena central e formam uma peça única. Miguel Branco tem centrado o seu trabalho ao longo de três décadas na utilização de modelos provenientes da História da Arte. Essa utilização, que em grande parte escolhe tradições consideradas menores como a “peinture animaliére”, a natureza morta, o objeto de uso comum ou o uso de escalas reduzidíssimas, surge sempre através de elementos de estranheza.

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